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01 dezembro 2009

Prenda de Natal para mães estafadas

No fim de semana passado, ao contrário do que tem sido habitual, o meu marido não teve que ir trabalhar. Como tenho andado muito cansada, pedi-lhe que no domingo de manhã, quando as crianças acordassem, se encarregasse delas para que eu pudesse dormir mais um pouco. Ele assim fez. Foi um querido, porque também ele tem trabalhado muito e precisa sempre de descansar.
Bom, o certo é que depois de acordar por volta das 8h, voltei a adormecer profundamente até depois das 11h. Já não me lembro de quando tinha feito isto pela última vez. Foi maravilhoso! Acordei com energias restabelecidas e com o humor e a paciência afinados.

Se por acaso conhecer alguma mãe estafada a quem pretenda oferecer prenda de Natal, pense na hipótese de lhe entregar um vale de babysitting onde se comprometa a tomar-lhe conta dos filhos durante uma tarde, um dia, uma noite ou um fim de semana para que a mamã possa desfrutar desse tempo. Ir às compras, à esteticista, ao cabeleireiro, ao cinema, passear, ler, dormir ou ficar deitada no sofá a ver televisão serão algumas das hipóteses. A mãe saberá melhor do que ninguém o que fazer com esse precioso tempo que lhe oferecem. Acredite que esse presente será recebido com grande regozijo.

15 julho 2009

Paradoxo

(Clicar na imagem para aumentar.)
No enunciado do exame de Biologia e Geologia que vigiei hoje.
Não conheço maior "seca" que a de vigiar um exame de várias horas.
Deveria sentir-me grata por isso?

14 janeiro 2009

Ainda os sacos de plástico...

Ainda a propósito dos sacos de plástico, recebi isto por mail (desconheço o autor):
Sacos plásticos
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No Natal ofereci alguns destes. Comparativamente com os outros de que já tinha falado, têm a vantagem de serem um produto português, terem um design bonito e também uma presilha no interior para prender a bolsinha e têm a desvantagem de me parecerem menos resistentes. Também são mais pequenos, o que, consoante a situação, pode ser uma vantagem ou uma desvantagem.

Quando comprei os meus, não foi de imediato que me habituei a usá-los. Primeiro esquecia-me deles no carro, até que consegui espaço para eles dentro da minha mala. Tenho sempre quatro de lona e mais dois de tecido que tinha cá por casa e que pus ao uso. Agora é raro esquecer-me de dizer nas lojas que "não quero saco, obrigada" e têm acontecido situações engraçadas. Os lojistas ficam frequentemente surpreendidos e às vezes até parece que se ofendem por eu não querer levar o seu bonito saco de passeio pela rua a publicitar-lhes a loja.

Há uns tempos aconteceu-me não aceitar um saco numa loja porque já tinha um saco de outra loja onde tinha ido antes e chegava para levar tudo. O rapaz ainda deixou escapar "Mas o nosso é mais bonito...".

Não faz mesmo sentido levarmos para casa tantos sacos de plástico e de papel. Mais tarde ou mais cedo acabam por ir para o lixo, e mesmo a reciclagem também não é solução. Confesso que ainda uso sacos de plástico para o lixo, apesar de os usar na menor quantidade possível. Ainda não sei como irei resolver esse problema. Mas a verdade é que terá de haver outra forma de despejar o lixo no contentor.

Quando o alarme dispara mantenha a calma

Um dia destes fui ao supermercado e quando estava a ser atendida na recepção do mesmo para tratar de um assunto, começa uma buzina estridente a tocar: uiiiii-uiiii-uiiii... A senhora foi lá dentro mexer nuns botões para a desligar, mas volta e meia aquilo disparava. Perguntei se era um alarme de incêndio e a senhora respondeu:
-Ah, sim! É um teste.
-Nós não estamos mesmo nada preparados para reagir a estas coisas. - comentei eu - Olhe à volta. Ninguém se incomdou e continua tudo impávido e sereno.
-E é assim que se deve proceder, com calma.
-Sim, mas não tanta! - respondi.
-Ah, mas não se preocupe. O alarme toca sempre uns minutos antes que é para dar tempo...

Enfim... Depois disto fui tomar um café e o alarme continuou a disparar vezes sem conta. Acho que ninguém sequer levantou a cabeça para averiguar o que se tratava. Fantástico! Depois é fácil culpar a Prtotecção Civil, os Bombeiros e todas as demais entidades que esperamos que nos socorram em caso de emergência.


(Foto: Brincando com a máquina fotográfica no carro em andamento na autoestrada. Não ia a conduzir, claro...)