Caixa dos Pirolitos
25 Abril 2012
02 Janeiro 2012
Feliz Ano Novo!!
07 Outubro 2011
Cianotipia - fotografia alternativa
(Fonte: Leiriagenda)
Aqui está o resultado das minhas primeiras experiências, durante a aprendizagem:
05 Outubro 2011
03 Outubro 2011
Sobre a importância da criatividade
Ver também este vídeo do Dr. Ricardo Monteiro da Agência BRIGHT MINDS e INSTITUTO DA INTELIGÊNCIA (grupo European Intelligence Institute).
14 Maio 2011
Material Educativo do site do Banco Central Europeu
- Um vídeo de animação sobre a inflação, a deflação e a importância de controlar estas duas taxas (possibilidade de gravação imediata de DVD a partir do endereço acima):
- Brochuras informativas para professores e alunos em PDF (também no link acima);
- Jogo "Economia"- "Já reflectiste alguma vez sobre o que é a política monetária? Ou sobre a forma como a taxa de juro directora afecta a inflação? Joga o €CONOMIA para ficares a saber!
Mantém a inflação baixa e estável, num nível inferior mas próximo de 2%. Para tal, tens apenas um instrumento: a taxa de juro directora. Deves ter cuidado ao definires o seu nível, dado que podes tanto entrar numa espiral inflacionista como ficar preso numa situação de deflação. Encontrar o equilíbrio certo não é fácil."
- Jogo "Inflation Island - como a inflação afecta a economia" - " Explora as diferentes zonas, vê como as pessoas reagem à inflação e à deflação e como o panorama geral muda. Podes também testar os teus conhecimentos e tentar identificar os vários cenários de inflação. O cinema apresenta vídeos e fotografias que ilustram os efeitos da inflação e da deflação em diversos países ao longo dos anos."
- Vídeos educacionais
- Dados estatísticos para explorar
- A escola do Euro - "Uma nova série de ferramentas didácticas que merece ser explorada. Dirigida a um público muito variado, inclui jogos, aplicações interactivas, publicações e uma exposição. Os jogos, por exemplo, são uma forma divertida de ficar a saber mais sobre as notas e moedas de euro, bem como sobre os seus elementos de segurança. Por seu lado, as apresentações interactivas oferecem descrições pormenorizadas e imagens ampliadas de elevada qualidade das notas e moedas de euro.
04 Maio 2011
Mr. Pai - Professor do 3º ano do ensino básico - estratégia de ensino com TIC
Esta reportagem é muito interessante.
Destaco aquilo que mais retive:
- O professor Pai entendeu que conseguir resolver o problema do atraso na aprendizagem, ou das dificuldades de aprendizagem de 25 alunos, que se encontram em estágios diferentes dessa mesma aprendizagem, sozinho, era humanamente impossível.
- Os alunos entusiasmaram-se com os conteúdos a partir do momento que lhes foram apresentados através de duas formas de que gostam muito: tecnologias e jogos.
- Os alunos acham tão importante e tão normal terem acesso às tecnologias que entendem que isso deveria fazer parte dos Direitos da Criança. E acreditam tão firmente nisso, que passam à acção e criam uma petição para tentarem conseguir que isso venha a acontecer.
- Outros professores e pessoas relacionadas com as mais variadas áreas, ao verem que a estratégia resultava, quiseram ver/aprender como se faz.
- O professor comprou os materiais com o seu próprio dinheiro e com verbas atribuídas a projectos com que concorreu a diversos concursos.
- O professor gere todas as suas ferramentas interactivas a partir de um site que criou para a turma.
06 Março 2011
John Lennon da Silva - Não julgue o livro pela capa
12 Janeiro 2011
Colegas Professores, paremos para pensar no que nos está a acontecer.
Não é uma queixa nem uma lamúria. É apenas uma constatação." (escrevi isto do num mural de facebook um dia destes).
26 Dezembro 2010
22 Dezembro 2010
07 Novembro 2010
Rabiscos
19 Setembro 2010
Imagens, vídeos (e textos) para a Matemática
Para aceder a estas duas novas funcionalidades basta usar o cabeçalho do blog IMAGENS PARA A MATEMÁTICA ou ir directamente para
VÍDEOS PARA A MATEMÁTICA ou CRIAR IMAGENS PARA A MATEMÁTICA, respectivamente.
Todo o tipo de colaboração em qualquer das secções é muito bem vinda.
Atrevam-se!
:-)
04 Junho 2010
"O meu Tesouro" dele - O portefólio do meu filho
Na passada semana assisti à conferência “O meu Tesouro – O portefólio como instrumento de avaliação” proferida pela Professora Margarida Neto. O portefólio que o AL (o meu filho, agora com 5 anos) agora está a construir, foi iniciado no ano passado e o que aprendi na conferência levou-me a fazer a reflexão que aqui apresento.
Apesar de não trazer o portefólio para casa com frequência (é-nos dito que podemos e devemos fazê-lo), é sempre uma delícia folheá-lo. Está muito bem organizado e grande parte das actividades que ele realiza na escola estão lá documentadas. As fotos que as ilustram e os textos que contextualizam a actividade e que fazem a sua integração curricular fazem-me, muitas vezes, sentir que quase estou lá na sala com o meu filho a vivenciar aquela experiência.
Ao ver com atenção página a página, percebe-se o empenho de quem trabalha com estes meninos, a qualidade do seu trabalho e a variedade de experiências, sensações e aprendizagens que proporcionam às crianças que acompanham.
De tudo o que posso encontrar no portefólio, aquilo de que mais gosto, para além dos trabalhos realizados pelo meu rebento é, sem dúvida, a transcrição das frases ditas por ele e os vídeos onde o posso ver “em acção”.
O portefólio é, como foi dito na conferência, uma colectânea de evidências? Sim. Pais, professora e aluno, cada um verá nele as evidências que puder e quiser. Para mim, é desde logo evidente que o AL está muito bem acompanhado por diversos profissionais, que se empenham o mais que podem no seu trabalho. Também é evidente que ele tem progredido: fala com à vontade quando expõe algo ao grupo, já faz desenhos de bonecos com dedos nas mãos (coisa que não fazia no início do ano) e atira-se para a água sem medo.
Enquanto colectânea de evidências é um instrumento de ensino-aprendizagem? Sim. À medida que vai sendo construído leva o aluno e o professor a reflectirem sobre os elementos que lá são colocados por cada um deles. Cria oportunidades de comunicação próxima e exclusiva entre os dois, o que permite à professora perceber o aluno em diversos aspectos que não consegue quando trabalha com o grande grupo. E também dá a oportunidade à criança de desenvolver a sua capacidade de reflexão e de comunicação, quer quando explica as suas escolhas à professora, quer quando partilha o seu trabalho com os colegas.
E então e o Encarregado de Educação? Não cabe neste tópico do “ensino-aprendizagem”? Não reflecte? Sim, reflecte. É isso mesmo que estou a fazer enquanto escrevo este documento. E sim, ensino e aprendo enquanto me envolvo com o meu educando nas tarefas propostas pela professora e que são posteriormente incluídas no portefólio.
Enquanto colectânea de evidências, o portefólio é um instrumento de avaliação? Sim. O aluno pode percorrer as suas páginas, e em cada um dos momentos que o fizer ao longo da sua vida vai auto-avaliar-se de uma forma diferente. O professor, que está na origem da criação do portefólio e na origem do projecto desenvolvido na sala de aula, saberá que evidências colher e que ilações retirar delas acerca do grau de desenvolvimento do aluno nas suas mais variadas vertentes. Eu, mãe (e portanto, suspeita enquanto avaliadora do meu filho), saberei apreciar os trabalhos dele e alvitrar uma opinião sobre o grau de desenvolvimento dele. Poderei também conhecer melhor o trabalho desenvolvido pela educadora na sala de aula e valorizá-lo ainda mais do que o faria se não tivesse acesso ao que está registado no portefólio. Na verdade, por vezes sinto que o portefólio é mais um registo de evidências da actividade da professora e da instituição que representa, do que propriamente da actividade do meu educando.
O que é que lá falta, então? Falta-me um feedback. Falta-me a confirmação, a contradição ou o complemento à avaliação que eu, enquanto mãe, faço quando leio o portefólio do meu filho. Falta-me saber se o meu educando responde, ou não, à altura, daquilo que é esperado dele na faixa etária em que se encontra. E isso, não só em termos cognitivos, mas também no aspecto social e emocional, já que a formação dele, nesta altura da sua vida nestas áreas, é tanto ou mais importante que a anterior.
Então, mas a família não ensina a criança a estar em sociedade? Sim, ensina-a a estar em família e a estar com a família noutros lugares. E ensina-a também a gerir as emoções que são vividas com e na família. Estar na escola, perante professores e colegas é diferente porque lhe proporciona outras situações de vivência, com complexidade e estrutura diferentes. O aluno deve levar de casa a noção da boa educação e do respeito para com os outros, mas será na escola que aprenderá a trabalhar em equipa com os seus pares e a responder em situações de mais ou de menos stress em que lhe são pedidas tarefas específicas, individuais ou em grupo, com orientações concretas ou não, com ou sem tempo pré-determinado para a sua conclusão.
Se o portefólio for apenas uma colecção de evidências e um futuro álbum de recordações, poderá não fazer sentido a minha participação, enquanto mãe, nas actividades propostas e até a inclusão, por minha iniciativa, de outros elementos que retratem o comportamento, as novas descobertas, a aprendizagem e a forma como o meu filho ocupa o seu tempo quando está em família. Porque o portefólio será o álbum de recordações da escola e cá em casa fazemos os álbuns de recordações de família. Já se encararmos o portefólio como instrumento de avaliação, e reconhecendo eu que é importante que a educadora conheça a forma como funciona a família para melhor compreender o modo como age o aluno, então já considero importante que nele estejam patentes elementos que possam fornecer essas informações à educadora. Mas!... onde está a conclusão que é retirada pela educadora de todo o conteúdo do portefólio? É na educadora e na instituição onde trabalha que eu confio para ensinarem ao meu filho o que deve ser ensinado pela escola e para me devolverem um feedback sobre o grau de correspondência dele àquilo que lhe vai sendo pedido. Eu não tenho formação para saber avaliar isso, e nem sequer para saber, desde logo, o que é suposto cada criança conseguir fazer em cada idade.
Sim, está bem, nem todas conseguem tudo ao mesmo tempo, cada uma tem o seu ritmo. Mas ainda assim há aquelas que são denominadas de “sobredotadas” nesta ou naquela área e aqueloutras que são ditas de “necessidades educativas especiais”. E a qualquer mãe ou pai, em algum momento da vida do seu filho, surgem dúvidas sobre estes.
E estas dúvidas estão relacionadas com tantas áreas quantas aquelas em que a criança participa. O meu filho tem medo da água. Será capaz de aprender a nadar? O meu filho gosta de fazer umas palhaçadas a dançar, mas não me parece nada coordenado. Será que tem algum jeito para a dança? O meu filho sempre me pareceu muito pouco ágil nos movimentos, será normal que só há pouco tempo tenha aprendido a chutar uma bola? O meu filho parece ter alguma queda para as línguas ou, pelo menos, bom ouvido para os sons em geral. O que pensam disso os professores de música e de inglês? O meu filho parece ter sempre consigo alguma semente de zangado. A psicóloga que trabalha com ele, o que diz a isso? O meu filho já sabe ler e começa agora a dar os primeiros passos na escrita. Será que isso pode ser prejudicial para o futuro escolar dele?
Sim, claro que não pode ser tudo escrutinado num só ano lectivo, ainda mais estando a maioria dos profissionais que o acompanham apenas meia-hora por semana com os alunos e em grupo. De qualquer forma, seriam muito bem-vindas, para não dizer imperativas (sob pena de a instituição se mostrar apenas como um belo clube de guarda e de entretenimento das crianças), algumas observações ao longo do ano lectivo, de cada um dos profissionais que acompanham o meu filho, sobre a sua evolução e o seu grau de resposta às tarefas por eles propostas. Não gostaria de uma grelha estandardizada ou de uma check list de conteúdos e de competências, mas apenas de um comentário sobre em que é que ele evoluiu, o que é que não consegue fazer e/ou o que é que consegue fazer especialmente bem, onde é que eu, como mãe, posso ajudar a escola estimulando ou refreando mais esta ou aquela área, este ou aquele comportamento.
Quanto à hora de atendimento do Encarregados de Educação pela Educadora, já por várias vezes me ocorreu que seria bom que estivesse um determinado momento da semana reservado para esse efeito. Esse momento até poderia estar sujeito a marcação prévia, para que a educadora pudesse gerir o tempo de modo a não receber demasiados pais no mesmo dia e poder preparar atempadamente os elementos necessários e para que os pais soubessem que iriam ser recebidos com calma, com tempo e com a atenção necessária por parte da educadora para ouvir e para conversar. Sem interrupções dos miúdos (os nossos e os dos outros), dos outros pais e dos outros funcionários. Há assuntos que podem muito bem ser tratados na correria do dia-a-dia e entre um assoar de nariz e um apertar de sapatos, mas há outros que requerem mais serenidade.
Moral da história: Gostei muito de ter assistido e participado na Palestra sobre o Portefólio. Fez-me reflectir melhor sobre “o tesouro” do meu filho e sobre aquilo que eu espero da escola dele e dos seus intervenientes e ficarei satisfeita se esta reflexão contribuir também para a reflexão de outros.
05 Fevereiro 2010
O blog do Joca
O Joca é um amigo de longa data. É um grande amigo. É um amigo especial. Especial por ser quem é e por ser como é. 20 Dezembro 2009
Postal de Natal 2009 - Merry Christmas! - Videos David Fonseca
É cá da minha terra e não há dúvida que o rapaz se diverte muito com aquilo que faz. E que bem o faz! :-)
01 Dezembro 2009
Prenda de Natal para mães estafadas
No fim de semana passado, ao contrário do que tem sido habitual, o meu marido não teve que ir trabalhar. Como tenho andado muito cansada, pedi-lhe que no domingo de manhã, quando as crianças acordassem, se encarregasse delas para que eu pudesse dormir mais um pouco. Ele assim fez. Foi um querido, porque também ele tem trabalhado muito e precisa sempre de descansar.22 Novembro 2009
Imagens para a Matemática
Os professores do Grupo de Matemática da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo criaram o blog IMAGENS PARA A MATEMÁTICA que pretende reunir uma colecção crescente de imagens relacionadas com a Matemática que possam ser úteis aos professores desta disciplina na elaboração dos seus materiais de trabalho.Aos colegas de Matemática agradeço desde já a vossa visita e a divulgação deste recurso que espero que vos seja útil.
A todos os outros agradeço que divulguem a quem julguem que o site possa servir.
24 Setembro 2009
Discurso de Obama aos estudantes dos E.U.A.
"Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.23 Agosto 2009
Animoto
(Clicar na imagem para aceder ao site.)Apresento uma alternativa interessante aos slideshows para mostrar imagens (eventualmente com texto):
http://www.animoto.com/
Escolhemos as fotos, o texto e a música. O programa faz o resto: apresenta as fotos e o texto na ordem que escolhemos, animados ao ritmo da música. Parece um filme. Se não gostarmos da animação que fez, pedimos um Remix e vemos o que sai a seguir.
Os filmes são gratuitos até 30 segundos. Mas só suportam até cerca de 12 slides. o que é muito pouco. A título de exemplo mostro o filme que fiz com algumas fotos cá do burgo.
Para realizar filmes mais longos paga-se 3$ por cada ou opta-se por uma anuidade para fazer os filmes que se quiser. A duração de cada filme está sujeita à duração da música. Podemos escolher a música na lista disponível no site ou então enviar a nossa.
http://animoto.com/pricing
Os professores podem pedir uma conta de educador, que é gratuita e que julgo que dura 6 meses, e nesse espaço de tempo criar os filmes que quiser.
Depois do vídeo pronto, ele pode ser transferido gratuitamente e automaticamente para o youtube ou pedir que seja enviado em formato de qualidade para CD (que também se paga). Também pode ser enviado por email a quem quisermos, ou na forma de postal (pago) ou ainda partilhado em blogs ou noutros espaços interactivos através do código que nos é fornecido.
http://animoto.com/music - proposta da animoto para músicos
Pronto! Juro que não sou agente publicitária deles, mas quando gosto de algo, gosto de partilhar. ;-)
E só mais uma partilha: deram-me esta indicação e dá um jeitaço - http://www.zamzar.com/ - conversor online de imagem e vídeo de uns formatos para outros. Dá inclusive para gravar vídeos do youtube, por exemplo, e ficar com eles no nosso disco. Basta indicar o URL do vídeo.
Saudações tecnológicas para todos.

















